encerro nas mãos o que resta de ti,
os meus olhos.
neles guardo uma imagem:
do dia em que os nossos corpos se uniram
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Nunca perder de vista o gráfico de uma vida humana, que se [...] compõe [...] de três linhas sinuosas, prolongadas no infinito, incessantemente aproximadas e divergindo sem cessar: o que um homem julgou ser, o que ele quis ser e o que ele foi.
Marguerite Yourcenar, "Apontamentos sobre as memórias de Adriano"
4 comments:
obrigada pelos comentários no meu espaço. vou, aos poucos, descobrindo o teu.
Ainda não sei bem que rumo hei-de dar a este blog. Sempre fui um leitor de blogues, não um criador. Sem mapa o itinerário será improvisado.
improvisar é uma excelente estratégia.
enquanto houver inspiração (ou tempo)
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