Sunday, March 2, 2008
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Nunca perder de vista o gráfico de uma vida humana, que se [...] compõe [...] de três linhas sinuosas, prolongadas no infinito, incessantemente aproximadas e divergindo sem cessar: o que um homem julgou ser, o que ele quis ser e o que ele foi.
Marguerite Yourcenar, "Apontamentos sobre as memórias de Adriano"
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