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Nunca perder de vista o gráfico de uma vida humana, que se [...] compõe [...] de três linhas sinuosas, prolongadas no infinito, incessantemente aproximadas e divergindo sem cessar: o que um homem julgou ser, o que ele quis ser e o que ele foi.
Marguerite Yourcenar, "Apontamentos sobre as memórias de Adriano"
4 comments:
estive para publicar essa passagem também. tudo é forte no livro de Pascal. estou ansiosa por ter tempo para procurar e ler outro...
não é fácil encontrar livros do Pascal Quignard. este foi o único e só na leitura de José Falcão.
foi no teu blogue que cheguei a este autor. devo-o a ti. alterei a postagem lembrando isso.
é, tudo é forte, e incisivo
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